oriente-ocidente

Se uma visita à Liberdade já está nos seus planos para este fim-de-semana, que tal aproveitar para visitar uma exposição nipo-relacionada no Centro Cultural São Paulo, ali pertinho?

A exposição ORIENTE – OCIDENTE traz o trabalho de seis jovens artistas nipo-brasileiros e fica no espaço até o dia 5 de outubro. Os artistas são:

CELINA YAMAUCHI
“Ao propor a exposição de reproduções fotográficas de páginas de um caderno de artista desaparecido, Celina Yamauchi retoma não só questões relativas ao conteúdo histórico-pessoal das imagens como também problematiza a relação entre representação e fotografia.”

CLÁUDIO MATSUNO
Na instalação intitulada “En Timo Ménei” apresenta uma série de desenhos,
colagens, pinturas e intervenções sobre a parede do espaço. O termo grego “En Timo Ménei” traduzido para o português significa como “Ficar na Alma”.

JULIANA KASE

O foco de seu trabalho é a instalação, que é fortemente influenciada pelo próprio espaço onde expõe seus trabalhos. Para esta exposição, Juliana Kase construiu sua obra, Distância, a partir das relações do espaço e da distância de 25m entre dois pontos extremos.

ANDRÉ KOMATSU
Em Avalanche propõe a realização de uma instalação a partir da “derrubada” das paredes utilizadas nas exposições do espaço do CCSP. O trabalho utiliza as paredes para criar uma instalação. Paredes usadas normalmente apenas como suporte das obras e unidades de delimitação espacial passam a constituir a própria obra. O trabalho pretende discutir o isolamento e as adequações impostas por espaços destinados à arte.

CÉSAR FUJIMOTO
A idéia com o projeto respiradores, é que o se destaque no espaço arquitetônico onde se insere. Em uma área constituída por painéis brancos, uma linha é formada por uma seqüência de peças brancas produzidas em gesso a partir de moldes de máscaras de oxigênio.

Fundindo-se ao fundo branco, as peças dispõem-se lado a lado e percorrem horizontalmente toda a extensão do espaço. O processo de percepção e identificação dos contornos e volumes desses objetos, o que define a sua materialidade, revela-se sutil e gradativamente ao espectador. Dessa forma, o branco é pensado como um respiro, um “lugar entre”, uma pausa, enquanto os objetos, como elementos ativadores dessa relação espaço-temporal.

ALICE SHINTANI
Alice Shintani apresenta seu trabalho Estacionamento, de 2008. Trata-se de uma instalação pictórica, que evoca a imagem de um estacionamento. Para isso a artista usa da técnica de resina acrílica sobre painéis e chão

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