E o medo que mete
Esse espelho
Que não reflete
No hall escuro
o segurança
mata o inseguro.
Turistas
Viajam
Entre cambistas.
Nas pistas
Aviões cheios
De arrivistas.
Olho, alarmado,
E se a vida for
Do outro lado?
O hai-kai
Descobri outro dia
É o orvalho da poesia.
Nos camarotes
Há equações
Pros decotes.
Diz-me de quem sais
Grito-te meus ais -
Somos hai-kais iguais.
O veludo
Tem um perfume
Mudo.









Deixe um comentário