Maio 15, 2008

Há poucos dias, a Fundação Japão contabilizou mais de 600 restaurantes nipônicos em São Paulo. Juntos, servem nada menos do que uma média de 15 milhões de sushis por mês.
Praticamente 1 sushi por habitante, minha gente!
Uma das formas de continuar batendo recordes, é frequentando os muitos rodízios espalhados pela cidade. A Veja São Paulo avaliou vários (nos circuitos Itaim-Vila Olímpia e Pinheiros-Vila Madalena-Jardins) e escolheu os seguintes como os 10 melhores:
Aoyama
Dhaigo
Irori
Flying Sushi
Kabuki Mask
Mangá Sushi
Mori Sushi
Nakombi
Noyoi
Sassá Sushi
Veja a lista completa
aqui, e
esbalde-se!
Maio 14, 2008
Curiosamente, ou nem tanto, minha irmã disse que a melhor coisa é combinar sushi com guaraná (e está aí a foto pra provar).

Eu gosto com chá verde, às vezes com saquê, e poucas vezes com refrigerante.
O site HowStuffWorks afirma: “O saquê é uma bebida tradicional do sushi bar, mas o saquê e o sushi não devem ser consumidos ao mesmo tempo. Ambos são à base de arroz, então os sabores não são considerados complementares. Cerveja leve (japonesa ou caseira) ou chá verde são consideradas boas bebidas para acompanhar o sushi. Água natural ou com gás também acompanham bem. Se você prefere beber saquê, não se esqueça de servir a pessoa que está comendo com você e permita a ela que sirva você também. É considerado falta de educação servir-se de saquê.“
E você, gosta de sushi acompanhado de que?
Maio 13, 2008

Apaixonada pelos trabalhos de Hokusai (1760 a 1849) e Hiroshige (1797 a 1858), eu tinha guardado uma grande expectativa para quando chegasse em Tóquio: ver o Monte Fuji. Nos primeiros dias que estive por lá, o céu nublado (em Tóquio e no Monte) dificultava a visibilidade. Eu nem consegui saber para que lado ele ficava.
Subi na Mori Tower (que dá uma visão de 360graus da cidade e arredores) e nada. Na foto abaixo, ele estaria bem atrás de mim, um pouco à direita da torre laranja (Tokio Tower), caso o dia estivesse mais claro.

Os dias se passaram, o tempo não abria, e eu fui achando que aquele fascinante vulcão adormecido, “pintado” de gelo no topo, não faria parte da minha paisagem nipônica.
E foi no meu último dia de Tóquio, me preparando para seguir viagem para Kioto que, da janela do hotel, eu fui agraciada com a seguinte - e emocionante - vista!



Para ver o Monte Fuji sem ir até Tokyo: AS 36 VISTAS DO MONTE FUJI - exposição com a famosa série de 36 retratos diferentes do monte em gravuras do artista Utagawa Hiroshige. Até 25/5 na Pinacoteca do Estado (São Paulo)